
Descarbonizar é uma decisão industrial, não um relatório.
Inventariar emissões é o começo. O valor aparece quando redução, eficiência e investimento entram no plano industrial com meta, responsável e retorno.
Os gargalos que encontramos neste setor.
Inventário de emissões, eficiência de recursos e descarbonização conectada à operação real.
Emissões estimadas sem dado primário confiável
Escopo 3 desconhecido ao longo da cadeia
Perdas energéticas e hídricas sem visibilidade
Metas públicas sem plano de investimento associado

Descarbonização de planta produtiva
Inventário de escopos 1, 2 e 3, mapeamento de perdas energéticas e roadmap de redução com metas anuais validadas pela diretoria industrial.
Escopo
- Coleta e validação de dados primários por processo
- Inventário de emissões nos três escopos
- Mapeamento de perdas energéticas e hídricas
- Roadmap de redução com casos de investimento
- Governança de metas e acompanhamento
Como conduzimos do diagnóstico à entrega em campo.
Dado primário
Levantamento por processo, com rastreabilidade e critério de qualidade do dado.
Inventário e hotspots
Emissões e consumos consolidados, com identificação dos maiores pontos de perda.
Roadmap e investimento
Medidas priorizadas por impacto, custo e viabilidade dentro do plano industrial.
Execução e verificação
Implantação acompanhada por indicadores e verificação periódica dos resultados.
Entregáveis
- Inventário de emissões (escopos 1, 2 e 3)
- Mapa de perdas e oportunidades
- Roadmap de descarbonização
- Casos de investimento priorizados
- Painel de metas e indicadores
Experiência e forma de trabalho.
Mais de 10 anos de projetos realizados no Brasil e no mundo. Cada programa tem escopo, indicadores e forma de apuração definidos em contrato, disponíveis mediante solicitação.
+10anos
de experiência aplicada a operações industriais e cadeias produtivas
Apuração
Portfólio de projetos realizados no Brasil e no exterior
Brasile mundo
projetos conduzidos em contextos regulatórios distintos
Apuração
Registro de projetos por país e região
1contrato
do diagnóstico à evidência, com indústrias de transformação e manufatura
Apuração
Escopo, marcos e indicadores definidos em contrato
Cadeia de suprimentos industrial
Engajamento de fornecedores críticos para coleta de dados de escopo 3 e metas conjuntas.
ResultadoBase de escopo 3 estruturada com fornecedores críticos
Circularidade de resíduo de processo
Estudo de reaproveitamento de resíduo industrial como insumo em cadeia parceira.
ResultadoRota de reaproveitamento validada tecnicamente
O que muda na operação depois do projeto.
Meta com plano por trás
Cada ponto percentual de redução tem projeto, investimento, prazo e responsável nomeado.
Relato que resiste a auditoria
Inventário com dado primário e memória de cálculo aberta, pronto para CVM, ISSB e clientes.
Retorno financeiro direto
Eficiência energética e hídrica pagando parte da agenda climática dentro do plano industrial.
Soluções aplicadas
Clima, carbono e energia
Reduza emissões, consumo e exposição às novas exigências climáticas enquanto melhora a eficiência da operação.
Cadeia de fornecedores e conformidade
Reduza riscos que estão fora dos seus muros, mas continuam sendo responsabilidade do seu negócio.
Como validar o que prometemos.
Antes de contratar, você deveria conseguir checar cada afirmação. Estes são os critérios que aplicamos a nós mesmos, as dúvidas que mais recebemos e o caminho concreto para começar.
Critérios verificáveis
- 01Linha de base antes da metaNenhum número é prometido sem medição inicial documentada da área, da operação ou do programa.
- 02Fonte e periodicidade por indicadorCada métrica declara como é apurada, com que frequência e quem responde tecnicamente por ela.
- 03Evidência georreferenciadaCampo registrado com coordenada, data e foto; áreas acompanhadas por satélite entre as visitas.
- 04Memória de cálculo abertaPremissas, fatores de emissão e margens de erro entregues junto ao resultado, inclusive o que não pode ser afirmado.
- 05Revisão externa possívelTodo projeto é desenhado para suportar auditoria de terceira parte e escrutínio público.
Perguntas frequentes
Em quanto tempo um programa começa?
O diagnóstico inicial leva de 2 a 6 semanas, conforme escopo e disponibilidade de dados. A execução começa logo após a aprovação do plano e do orçamento.
Vocês ajudam no relato obrigatório (ISSB/CVM, GRI)?
Sim. Organizamos a coleta de dados, a memória de cálculo e a estrutura de governança necessárias para o relato de sustentabilidade e apontamos onde os dados ainda não sustentam uma afirmação pública.
Como a Kapu cobra?
Por escopo fechado, com marcos de entrega e cronograma financeiro definidos em contrato. Programas continuados usam contrato plurianual com revisão anual de metas.
Vocês executam ou só consultam?
Executamos. A Kapu coordena o plano e responde pelo resultado; a rede de parceiros técnicos e de campo executa sob um único padrão e um único conjunto de indicadores.
Meu programa pode usar incentivo fiscal?
Quando elegível, estruturamos o enquadramento, inclusive o da Lei do Bem, com a documentação exigida. A análise de elegibilidade faz parte do diagnóstico.
Como sei que os números são confiáveis?
Todo indicador vem com recorte temporal, unidade e forma de apuração. Metodologia, premissas e limites são entregues junto ao relatório e podem ser revisados por terceiros.
Atuam em qualquer região do país?
Sim. A operação é montada por bioma e região, acionando parceiros locais já qualificados na rede.
Próximos passos
Conversa de 30 minutos
Você descreve a obrigação, a meta ou o gargalo. Saímos com o problema delimitado e o caminho possível.
Diagnóstico e proposta
Levantamos dados existentes e devolvemos escopo, prazo, indicadores e orçamento em até 15 dias úteis.
Plano aprovado
Linha de base medida, metas acordadas, equipe e parceiros definidos por região e especialidade.
Execução e evidência
Campo em operação, painel de indicadores atualizado e relatórios periódicos prontos para auditoria.
